É o que promete a Powercast, uma pequena empresa Americana que está com um produto interessante para equipamentos à pilhas e pequenas bateriais. A própria Powercast foi criada em torno da tecnologia, é esta a sua especialidade.
A Powercast criou um pequeno transmissor que envia baixas voltagens de energia pelo ar, a partir de uma tomada, usando ondas de radio, de forma segura para nós humanos.
As ondas de rádio mudam a freqüência quando encontram paredes ou objetos. Pequenos receptores que estão no equipamento, os Powerhavesters (vide figura abaixo), que pode ser um MP3 player ou um celular, “ouvem” a freqüência e capturam 70% da energia do sinal de rádio. Esta freqüência é convertida em eletricidade.
As possibilidades são ilimitadas, imagine se juntarmos com os LEDs….
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Hoje resolvi abordar um assunto curioso e que vai ser de muita importância em nossas vidas, a energia elétrica sem fio isso mesmo não estou brincando, é uma pesquisa que segundo historiadores já vem sendo realizada desde meados dos anos de 1800 e agora está nos protótipos mais modernos.
Um futuro livre do emaranhado de fios e cabos necessários para ligar aparelhos eletrônicos parece estar mais próximo. Cientistas americanos conseguiram transmitir com sucesso eletricidade entre dois aparelhos sem o uso de cabos ou fios.
No experimento, realizado por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e relatado na revista científica Science, foi acesa uma lâmpada de 60W localizada a dois metros de distância da fonte de energia.
No experimento, realizado por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e relatado na revista científica Science, foi acesa uma lâmpada de 60W localizada a dois metros de distância da fonte de energia.
Segundo os cientistas, essa tecnologia, chamada de “WiTricity” em inglês (ou eletricidade sem fio, em tradução livre), se vale de elementos básicos da física e pode ser usada em outros aparelhos, como laptops.
“Não há nada nessa tecnologia que impedisse que fosse inventada 10 ou 20 anos atrás”, afirmou o professor John Pendry, do Imperial College London, que assistiu aos testes.
O professor Moti Segev, do Israel Institute of Technology, considerou o experimento “realmente pioneiro”. A equipe de cientistas já havia desenvolvido uma teoria a respeito dessa tecnologia em 2006, mas esta foi a primeira vez que foram feitos experimentos.
O sistema funciona criando um campo magnético entre duas bobinas de cobre, uma na fonte de energia e outra no aparelho eletrônico (a lâmpada, no caso do experimento). A lâmpada foi acesa mesmo quando foram colocados objetos entre ela e a fonte de energia.
Segundo os pesquisadores, o sistema se utiliza do princípio da ressonância, que faz com que um objeto vibre com a energia de uma determinada freqüência.
Quando dois objetos têm a mesma ressonância eles trocam energia sem afetar os outros objetos ao redor. No experimento, foi explorada a ressonância de ondas eletromagéticas de baixíssima freqüência.
De acordo com o professor Pendry, o uso de ondas eletromagnéticas de baixa freqüência também garante a segurança do sistema, que não apresenta riscos significativos à saúde humana.
Os cientistas chegaram a se posicionar entre a fonte de energia e a lâmpada para provar que era seguro, apesar de ainda não se ter estudos sobre possíveis efeitos de longo prazo.
imagem para ilustração, não quer dizer que seja da reportagem!
imagem para ilustração, não quer dizer que seja da reportagem!Outra tecnologia é criada pelos japoneses:
Um grupo de pesquisadores japoneses criou um novo dispositivo de transmissão de energia elétrica sem fio que é fino, plano e flexível. Baseado em uma folha de plástico, o dispositivo pode ser colocado em cima de mesas, escrivaninhas, no chão, paredes e em qualquer outro lugar, enviando energia para produtos eletrônicos colocados próximos, sem a necessidade de cabos ou conectores.
O produto foi material de uma reportagem em 29 de abril de 2007, na edição online do Nature Materials.
Os components elétricos são colocados em um plástico através de um sistema de impressão inkjet “estado-da-arte” tecnológico, usando “tinta eletrônica”. O produto acabado tem cerca de um milímetro de espessuar e 21 centímetros quadrados, embora folhas de energia suficientemente largas para cobrir paredes inteiras ou pisos podem ser fabricadas.
A folha pode transmitir cerca de 40 watts, energia suficiente para acender lâmpadas e pequenos dispositivos eletrônicos (celulares, relógios etc.) equipados para receber a energia destes dispositivos wireless. A folha tem bastante eficiência: 81 por cento – o que significa que 81 por cento da energia emitida é recebida pelos equipamentos.
A folha é um passo bastante importante para a área de produtos eletrônicos. O pesquisador Takao Someya, um cientista da Universidade de Tóquio, disse aoPhysOrg.com, “Nossa folha de transmissão de energia está voltada para duas áreas do campo da eletrônica: a criação de sistemas de energia ecológicamente corretos e desenvolvendo tecnologias de transmissão de energia e é um avanço para a eminente tendência do “ambiente electrônico” redes eletrônicas como sensores, colocados em nossas casas e escritórios para aumentar a segurança e o conforto do nosso dia-a-dia.”
A folha é um exemplo dos chamados “eletrônicos orgânicos”, uma área que está em rápido crescimento nos quais os circuitos são baseados em plásticos condutores ao lugar do convencional silício. Eletrônicos orgânicos apresentam diversas vantagens, incluindo o custo da sua produção, mais ambientalmente seguro para ser produzido, de peso leve, fino e dobrável.

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